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MPRJ denuncia Adilsinho e Sem Alma por morte de policial penal

Policial penal morto no Recreio tentou se abrigar em condomínio O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Ad...

MPRJ denuncia Adilsinho e Sem Alma por morte de policial penal
MPRJ denuncia Adilsinho e Sem Alma por morte de policial penal (Foto: Reprodução)

Policial penal morto no Recreio tentou se abrigar em condomínio O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, o ex-policial militar Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, e Jefferson Rodrigues da Silva, o Jefe, pela morte do policial penal Bruno Kilier da Conceição Fernandes. A denúncia do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) foi recebida pela Justiça, que decretou a prisão preventiva dos 3 acusados. Adilsinho já estava encarcerado. Ele foi preso em fevereiro na Região dos Lagos e foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília. Na decisão obtida pelo Gaeco, a Justiça determinou a permanência do contraventor no presídio de segurança máxima. Jefe havia sido preso pelo crime há 2 anos, mas foi solto e está foragido. Já Sem Alma nunca mais foi visto — a polícia acredita que ele esteja morto. O g1 não localizou a defesa dos denunciados até a última atualização desta reportagem. Bruno Kilier da Conceição foi morto na Estrada do Pontal, no Recreio Reprodução 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça O crime Bruno Kilier foi executado a tiros de fuzil em 8 junho de 2023, na Estrada do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio. De acordo com a investigação, integrantes do grupo criminoso monitoraram os deslocamentos da vítima por meio de um rastreador de GPS instalado clandestinamente em seu veículo. Na época, imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um carro branco parou em frente ao condomínio onde ele morava. Dois homens armados desceram do veículo e atiraram na direção do policial penal. Ferido, Bruno ainda tentou correr para dentro do condomínio, mas morreu em seguida. Bruno tinha 35 anos e havia atuado como chefe de serviço de segurança do Presídio Elizabeth Sá Rego, o Bangu 5. Ainda segundo o Ministério Público, Bruno representava uma fabricante de cigarros e teria se tornado um obstáculo aos interesses da organização criminosa de Adilsinho. A denúncia afirma que o grupo tentava monopolizar a comercialização ilegal de cigarros no estado. O Gaeco sustenta que o homicídio integra uma série de crimes relacionados à Máfia do Cigarro, que também teria ligações com disputas envolvendo a contravenção do jogo do bicho. Participação dos denunciados De acordo com a denúncia, Sem Alma, apontado como homem de confiança de Adilsinho, participou da logística de monitoramento da vítima e do planejamento da execução. Já Jefe teria adquirido, configurado e fornecido o rastreador usado para acompanhar os deslocamentos de Bruno Kilier antes do crime. Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como Sem Alma Reprodução/TV Globo Quem é Adilsinho O bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, na sede da PF Reprodução/TV Globo Adilsinho foi preso em fevereiro deste ano em Cabo Frio, na Região dos Lagos, após anos foragido. Segundo a Polícia Federal, ele integra a cúpula do jogo do bicho no Rio de Janeiro e é apontado como um dos principais responsáveis pela produção e distribuição de cigarros falsificados no estado. Na ocasião da prisão, a PF informou que havia 5 mandados de prisão contra o contraventor, incluindo investigações relacionadas à Máfia do Cigarro e a homicídios atribuídos à disputa por territórios da contravenção.

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