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Idosa de 70 anos é vítima de estupro após levar uma 'gravata' a caminho da UPA de Cabo Frio

Vítima de estupro em Cabo Frio disse que recebeu uma "gravata" do homem e quase foi sufocada RC24 A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) investiga o estup...

Idosa de 70 anos é vítima de estupro após levar uma 'gravata' a caminho da UPA de Cabo Frio
Idosa de 70 anos é vítima de estupro após levar uma 'gravata' a caminho da UPA de Cabo Frio (Foto: Reprodução)

Vítima de estupro em Cabo Frio disse que recebeu uma "gravata" do homem e quase foi sufocada RC24 A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) investiga o estupro contra uma aposentada de 70 anos em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. A mulher contou à Polícia Militar que foi atacada por um homem desconhecido enquanto se deslocava para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, no bairro Parque Burle. Ela disse que saiu de casa por volta de meia-noite desta terça-feira (10) para verificar a pressão arterial, já que não estava se sentindo bem devido a dores de cabeça recorrentes. Ela contou que, no caminho, foi abordada por um homem aparentando cerca de 45 anos, que a imobilizou com uma gravata no pescoço — golpe em que o agressor envolve o braço em volta do pescoço da vítima para dominá-la — e ordenou que não gritasse e fingisse ser sua namorada, sob ameaça de matá-la, pois outros dois homens caminhavam pela rua. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "A idosa tentou gritar, mas o agressor teria colocado a mão sobre sua boca e rosto, chegando a causar um corte", segundo a ocorrência. A vítima contou ainda que foi levada para trás de um carro, que quase foi sufocada, e que algo foi colocado em sua boca para que não gritasse, momento em que teve a boca cortada. O homem fugiu após o estupro. A aposentada conseguiu pedir ajuda e foi amparada por policiais militares, que a conduziram ao atendimento médico e posteriormente à delegacia para registrar a ocorrência. Ela fez o exame de corpo de delito e precisou fazer uma cirurgia para a reconstrução do canal vaginal. O g1 tenta contato com a Polícia Civil para saber mais informações sobre o caso e se houve a identificação do suspeito, que não havia sido localizado até a última atualização desta reportagem.

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