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Forças de segurança e MPRJ descartam ameaça generalizada em Volta Redonda

Forças de segurança e MPRJ avaliam crise em Volta Redonda e descartam toque de recolher Divulgação/MPRJ Representantes do Ministério Público do Estado do ...

Forças de segurança e MPRJ descartam ameaça generalizada em Volta Redonda
Forças de segurança e MPRJ descartam ameaça generalizada em Volta Redonda (Foto: Reprodução)

Forças de segurança e MPRJ avaliam crise em Volta Redonda e descartam toque de recolher Divulgação/MPRJ Representantes do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), das polícias Civil e Militar, da Secretaria Municipal de Ordem Pública e da Guarda Municipal se reuniram na quinta-feira (5) para avaliar a situação da segurança pública em Volta Redonda, após os recentes confrontos entre grupos criminosos rivais. Durante o encontro, realizado na sede do MP, as forças de segurança apresentaram as ações adotadas e afirmaram que não há indicativos concretos de ameaça generalizada à população. As autoridades esclareceram que não há orientação para fechar escolas, creches, unidades de saúde ou repartições públicas, descartando qualquer cenário que justifique a suspensão das atividades no município. As autoridades alertaram para a circulação de informações falsas nas redes sociais, principalmente boatos sobre supostos toques de recolher e ameaças à população. Também foi informado que não há relatos confirmados de moradores expulsos de suas casas por conta dos conflitos. Vídeos em alta no g1 ✅Clique aqui e entre no canal do g1 no WhatsApp Segundo as investigações, os confrontos começaram no dia 25 de outubro, quando integrantes de uma facção criminosa do Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, invadiram o Complexo da Vila Brasília para tentar tomar o controle territorial da região. Em resposta, a Polícia Militar mobilizou equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (Recom), além de reforçar o patrulhamento nos acessos e pontos estratégicos da cidade. Já a Polícia Civil informou que 17 suspeitos foram identificados e que prisões temporárias já foram cumpridas ao longo do inquérito. O Ministério Público orientou a população a não compartilhar mensagens, áudios ou vídeos anônimos e sem origem confirmada. O órgão informou que continuará atuando de forma integrada com as polícias e a gestão municipal no acompanhamento da segurança pública na cidade. VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul

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