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Famílias cobram investimento imobiliário de R$ 15 milhões em Arraial do Cabo

Compradores aguardam há anos por obra de empreendimento em Arraial do Cabo Apartamentos que foram vendidos mas nunca entregues viraram caso de Justiça, em Arr...

Famílias cobram investimento imobiliário de R$ 15 milhões em Arraial do Cabo
Famílias cobram investimento imobiliário de R$ 15 milhões em Arraial do Cabo (Foto: Reprodução)

Compradores aguardam há anos por obra de empreendimento em Arraial do Cabo Apartamentos que foram vendidos mas nunca entregues viraram caso de Justiça, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio, onde 22 famílias cobram respostas pelo investimento que chega a R$ 15 milhões. A empresa responsável pela obra diz que está em recuperação judicial. As unidades foram vendidas no Condomínio Praia dos Anjos e integrariam os blocos 5 e 6. Parte destes apartamentos deveriam ter sido entregues em dezembro de 2024, mas a construção não foi concluída. Segundo a Associação dos Adquirentes do Condomínio Praia dos Anjos, as áreas destinadas às construções permanecem sem evolução física compatível com o projeto apresentado aos clientes. 📱 Siga o canal do g1 Região dos Lagos no WhatsApp. Os compradores pedem um cronograma com as etapas das obras e as previsões de início e entrega dos apartamentos. Jorge Pereira relata que o apartamento adquirido por ele tinha entrega prevista para dezembro de 2024. Segundo o comprador, os clientes habilitados no processo de recuperação judicial já teriam desembolsado, juntos, quase R$ 15 milhões. A quantia não foi confirmada pela empresa. “Já é valor suficiente para iniciar o Bloco 5 e, inclusive, o Bloco 6. Aguardamos uma posição da construtora e consideração com os seus clientes”, afirmou. Segundo a Associação, a empresa realizou uma consulta para saber quais clientes pretendem permanecer no Bloco 5. A iniciativa gerou expectativa entre os compradores, mas não houve a apresentação de datas para a execução do projeto. No caso do Bloco 6, os adquirentes dizem que receberam verbalmente a informação de que a construção não seria realizada. O grupo afirma, porém, que não houve uma comunicação oficial sobre o destino do bloco ou as opções que serão oferecidas aos clientes. De acordo com a Associação, uma das possibilidades apresentada de rescisão permitiria a devolução de aproximadamente 10% do valor pago. Outra alternativa possibilitaria recuperar cerca da metade do investimento, após um período de carência e por meio de parcelas. As condições relatadas pelos adquirentes não foram detalhadas pela empresa no posicionamento encaminhado à reportagem. O que diz a empresa Procurada, a empresa informou que está em recuperação judicial e que o processo é público. Segundo o posicionamento, as medidas adotadas dependem da homologação do juízo responsável, além da manifestação do Ministério Público e do acompanhamento do administrador judicial. A empresa acrescentou que os credores receberão um Plano de Recuperação Judicial, documento que deverá regulamentar as medidas propostas no processo. Na resposta, a empresa não informou quando as obras serão iniciadas ou retomadas, não apresentou previsão de entrega dos apartamentos e não esclareceu se o Bloco 6 será construído. Terreno onde seria feita a construção dos blocos 5 e 6 Divulgação

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