Couto e Casa Civil exoneram mais 30; demissões do governador em exercício chegam a 668 e plano é ultrapassar 1 mil
Ricardo Couto extingue 3 subsecretarias da Casa Civil e exonera mais 306 comissionados O Diário Oficial (DO) do Estado do Rio de Janeiro publicou, na edição ...
Ricardo Couto extingue 3 subsecretarias da Casa Civil e exonera mais 306 comissionados O Diário Oficial (DO) do Estado do Rio de Janeiro publicou, na edição desta segunda-feira (27), mais 30 exonerações em diferentes pastas do governo estadual. As demissões são assinadas pelo governador em exercício do Rio de Janeiro, o desembargador Ricardo Couto de Castro, e pelo secretário da Casa Civil, Flávio Willeman. A medida segue o plano da gestão em exercício de reestruturar as secretarias do governo do RJ. Nesta segunda, o DO trouxe 30 exonerações, sendo 26 assinadas por Willeman e 4 por Ricardo Couto. Todas do segundo escalão de seis pastas: Casa Civil, Gabinete do Governador, de Governo, Fazenda, Infraestrutura e Obras. Também houve saídas no Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Fundação Leão XIII. Desde 24 de março, o governo em exercício já exonerou 668 servidores. A maioria de cargos comissionados. Apenas nas secretarias da Casa Civil e de Governo, o levantamento feito pela atual gestão encontraram cerca de 2 mil cargos comissionados em cada uma delas. Alguns cargos eram de funcionários fantasmas. A ideia é fazer cerca de 1,6 mil exonerações nas pastas e se chegar a uma economia mensal da ordem de R$ 10 milhões. Três subsecretarias da estrutura da Casa Civil foram extintas: Subsecretaria Adjunta de Projetos Especiais; Subsecretaria de Gastronomia; Subsecretaria de Ações Comunitárias e Empreendedorismo Além das mudanças administrativas, o governador em exercício determinou a realização de uma ampla auditoria nos órgãos do Executivo estadual, incluindo a administração indireta e empresas estatais. A análise prevê revisar mais de 6,7 mil contratos ativos, que somam cerca de R$ 81 bilhões. Segundo o governo, as medidas fazem parte de um pacote classificado como um “choque de transparência”, com o objetivo de mapear contratos, identificar responsáveis e revisar gastos públicos. O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, é o governador em exercício no RJ Bruno Dantas/;TJTJ