Candidatos ao Senado pelo RJ participam de debate no g1; veja como foi o encontro das 9h
O g1 promoveu nesta terça-feira (22) um debate entre candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro. Crivella (Republicanos), Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e ...
O g1 promoveu nesta terça-feira (22) um debate entre candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro. Crivella (Republicanos), Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Marcos Dias (Podemos) falaram sobre trabalho e emprego, emendas parlamentares, retomada de territórios, relação entre poderes, universidades federais e SUS. Houve um bloco de temas livres e as considerações finais. Mais tarde haverá um encontro entre Waguinho (Republicanos), Carlos Portinho (PL), Benedita da Silva (PT) e Mônica Benício (PSOL). Assista aqui. O g1 mostra a seguir como foi o debate da manhã. Trabalho e emprego Emendas parlamentares Retomada de territórios Relação entre poderes Universidades federais SUS Temas livres Considerações finais Pedro Paulo, Carlos Jordy, Marcelo Crivella e Marcos Dias Manoella Mello Trabalho e emprego Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre trabalho e emprego Emendas parlamentares Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre emendas parlamentares Retomada de territórios Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre retomada de territórios Relação entre poderes Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre relação entre poderes Universidades federais Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre universidades federais SUS Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ respondem sobre SUS Temas livres Debate RJ Manhã: Candidatos ao Senado do RJ escolhem o tema para debater Considerações finais Marcelo Crivella Marcelo Crivella (Republicanos), candidato ao Senado do RJ, faz suas considerações finais “Muito obrigado, Edmilson, por esse momento tão bom. Quero agradecer também. Eu já participei de muitos debates. Esse foi um debate de alto nível, sem ofensas, cada um botando as suas propostas, seu coração na mesa. Quero pedir a você, por favor, pese as lutas que enfrentei: 2 vezes senador, ministro da Pesca, depois prefeito da cidade e deputado federal. Acumulei uma experiência gigante ao longo desse tempo. Sofri muito, fui injustiçado, fui preso, processado; no final, inocentado de tudo o que me acusavam. ‘Fala com a Márcia’, inocentado; ‘Guardiões’, inocentado, ‘QG da Propina’... puxa vida, foi o QG da mentira. Nunca absolutamente houve aquilo na prefeitura. Então eu peço a você: faça justiça, me dê a chance de voltar ao Senado Federal. São 2 vagas. Me dê a chance de voltar ao Senado Federal, retomar aqueles processos que agora os senadores vão dizer assim: ‘Caramba! Se a gente tivesse ajudado Crivella naquela ocasião e aprovado, teria sido um Brasil diferente’. Por isso eu peço a você. Peço a sua família.” Marcos Dias Marcos Dias (Podemos), candidato ao Senado do RJ, faz suas considerações finais “É uma gratidão minha, muito profunda a Edmilson, ao sistema Globo. Um suburbano de Guadalupe poderia estar nessa banca para falar do amor que tenho pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil. Você, meu irmão do interior; você, meu irmão da Baixada Fluminense, de todas as partes do Rio de Janeiro. Podem ter certeza: ali no Senado, estarei com responsabilidade. Meu principal compromisso com vocês é de não envergonhá-los. Estou preparado. Se for falar de economia, estou preparado. Se for falar de educação, também estou preparado. Qualquer tema que for debatido no Senado, eu estarei preparado, mas o respeito e responsabilidade, isso não pode me faltar. Nós vemos, como eu bem falei, a roda não tem que ser inventada. É só haver sentimento de respeito. Meu nome é Marcos Dias, meu número é 200 e com esse número você vai me conduzir ao Senado. Se você tem um 1º voto em alguém, eu posso ser o seu 2º voto qualificado para, em Brasília, fazer a transformação com o Flávio Bolsonaro e aqui no Rio de Janeiro, com o Eduardo Paes, 55.” Carlos Jordy Carlos Jordy (PL), candidato ao Senado do RJ, faz suas considerações finais “O Brasil vive um momento muito grave: 88% das famílias estão endividadas. No Estado do Rio de Janeiro, chega a ser pior. A cada 10 famílias, 9 estão com dívidas. Tudo isso por conta desse desgoverno. Também nós vemos uma grande epidemia em vício em jogos que devasta as nossas famílias, não poupando nem os nossos adolescentes. O governo Lula, que deveria zelar pelas famílias, legalizou as betes e jogos de azar como o Tigrinho, que tem destruído famílias. Lula é o pai do Lulinha e do Tigrinho. Eu vou acabar com isso. Vou fazer com que o Senado recupere a sua credibilidade e cumpra o seu papel constitucional em relação ao STF, resgatando a harmonia e independência entre os poderes. Por isso eu peço o seu voto de confiança para Carlos Jordy, 221, para senador. Eu não vou decepcioná-los. Eu sou o único com coragem para enfrentar os poderosos e fazer o que tem que ser feito.” Pedro Paulo Pedro Paulo (PSD), candidato ao Senado do RJ, faz suas considerações finais “Agradecer ao g1, a você, Edmilson, aos candidatos e a quem nos assistiu. Agradecer ter chegado até aqui. Um filho do Cachambi, de uma professora e um servidor público. Com uma larga experiência na gestão pública: secretário de Fazenda, da Casa Civil, ao lado do futuro governador Eduardo Paes, quando foi prefeito. Experiência no Legislativo: 5 mandatos de deputado estadual, 4 vezes deputado federal, um parlamentar respeitado em Brasília, que quer estar lá no Senado para que a gente possa trazer o Senado para ajudar o Rio de Janeiro a virar a maior crise da sua história, ética e moral, na segurança pública. A gente pode usar aquele espaço de poder para ajudar muito mais o nosso estado. Por isso eu venho aqui humildemente dizer que eu estou preparado para esse desafio, esse desafio, porque o Rio tem jeito, sim. A gente não pode perder a esperança no Rio. O Rio é repleto de gente capaz. Por isso eu peço o seu voto para mim e para Benedita. São 2 votos: 555, 131 e Eduardo Paes, 55.” As regras Foram convidados os postulantes de partidos e federações com representação mínima de 5 parlamentares no Congresso Nacional ou que alcançaram pelo menos 5% de intenções de voto na pesquisa estimulada mais recente de Quaest ou Datafolha divulgada antes do debate, conforme as regras estabelecidas. Os 8 concorrentes convidados confirmaram presença e foram divididos em 2 horários: às 9h e às 13h. A definição dos grupos, das posições no cenário e da ordem das considerações finais foi realizada por sorteio, com acompanhamento online dos representantes das campanhas. Uma regra previamente estabelecida determinou que candidatos do mesmo partido ou da mesma coligação não ficassem no mesmo horário. Assim, o encontro das 9h contou com Crivella (Republicanos), Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Marcos Dias (Podemos). Já a leva das 13h reunirá Waguinho (Republicanos), Carlos Portinho (PL), Benedita da Silva (PT) e Mônica Benício (PSOL). Cada candidato teve 15 minutos de fala, limitados a intervenções de 1:30, intercaladas com as dos adversários. As considerações finais de 1 minuto foram à parte. Este ano, cada eleitor precisa escolher 2 candidatos para o Senado. Não é possível votar 2 vezes no mesmo postulante. Debate entre candidatos ao Senado pelo Rio de Janeiro g1 Rio