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Camelôs ocupam plenário da Câmara pedindo revogação de decreto que fiscaliza o comércio ambulante no Rio

Camelôs no plenário da Câmara do Rio Reprodução Dezenas de camelôs ocuparam por algumas horas o plenário da Câmara Municipal do Rio no início da tarde ...

Camelôs ocupam plenário da Câmara pedindo revogação de decreto que fiscaliza o comércio ambulante no Rio
Camelôs ocupam plenário da Câmara pedindo revogação de decreto que fiscaliza o comércio ambulante no Rio (Foto: Reprodução)

Camelôs no plenário da Câmara do Rio Reprodução Dezenas de camelôs ocuparam por algumas horas o plenário da Câmara Municipal do Rio no início da tarde desta terça-feira (11). O objetivo da categoria era abrir um diálogo com a prefeitura sobre o Decreto Tolerância Zero, que fiscaliza o comércio de ambulantes no Rio e combate ações criminosas nas praias na Zona Sul desde 16 de julho. Depois de uma conversa dos camelôs para apresentar suas demandas ao presidente da Câmara, Carlo Caiado, e um grupo de vereadores, o plenário foi desocupado. Uma reunião foi marcada para quinta-feira (13), às 11h, para abrir um canal de diálogo com a prefeitura. Os camelôs foram à Câmara para uma audiência pública que discute os impactos do programa Tolerância Zero na vida dos trabalhadores da orla. Após a audiência, convocada pelo vereador Leonel de Esquerda (PT), o plenário da Câmara foi ocupado pelos trabalhadores, que alegam ter tido seu trabalho cerceado após o início do programa. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Camelôs foram para audiência pública e ocuparam plenário Reprodução Programa Tolerância Zero inicia ações contra crimes e comércio ilegal de ambulantes na orla da Zona Sul do Rio Programa Tolerância Zero começa a fiscalizar parte da orla da Zona Sul do Rio Reprodução/ TV Globo Em julho, o Ministério Público Federal pediu a suspensão do programa. Na ação, o procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto, Júlio Araújo, afirma que a prefeitura implantou uma política permanente de fiscalização nas praias sem observar normas federais que regem a gestão desses espaços, considerados bens da União. Segundo o MPF, o programa foi criado sem diálogo com o governo federal, sem participação da sociedade civil e sem medidas voltadas à regularização dos ambulantes que dependem da atividade para sobreviver. O órgão também sustenta que o município não firmou, para essas áreas da Zona Sul, o Termo de Adesão à Gestão de Praias (TAGP) nem elaborou o Plano de Gestão Integrada previsto no Projeto Orla, instrumentos considerados essenciais para a administração desses espaços. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

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